Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Democracia Vs Sexocracia.

Saudações a todos os desprevenidos que vão passar por estas linhas!
Realmente, só por engano é que alguém vai ler o que aqui está escrito. Quem já conhece… clica logo para outra página.
O título é absurdo? Talvez… Não sei se é de todo absurdo. Até há poucos anos pensei que vivia numa democracia, representativa é certo, mas uma democracia. Depois comecei a ouvir umas estórias… Provavelmente também as conhecem…
Por exemplo, aquela de um rapaz que era Secretário de Estado e convidou para assessora de comunicação uma pequena que, coitada, ainda ninguém tinha reparado nos seus fantásticos atributos linguísticos. Lá estava ela a tirar bicas, a servir bebidas, a … e outras coisas… enfim a comunicar com os fregueses e ninguém reparava que se estava a perder um recurso importantíssimo. Nem percebi porque é que os jornais fizeram aquela escandaleira. A rapariga não comunicava bem? Até era brasileira e tudo. Os brasileiros são comunicadores natos. Logo…
Ou, ainda, as “subtilezas” que se ouviram de um determinado Primeiro-ministro, por acaso esteve muito pouco tempo no poder, acerca das suas assessoras. Ou, já agora, das preferências sexuais do actual PM. Ou, novamente ainda, os escândalos de determinada instituição e do envolvimentos de resmas de figuras publicas, que ainda não vieram à luz do dia, em formas alternativas de “comunicação”.
E pelas terras “estrangeiras” o cenário é diferente?
Mas isto é novidade? Nããããã!
Já no passado, tanto nosso como “lá de fora”, existem inúmeros exemplos de idênticas (bem, idênticas, idênticas também não digo, porque a imaginação é fértil e a evolução é grande neste campo) práticas de sucesso neste capítulo. Vejamos, o período vitoriano, que atingiu o seu expoente máximo em terras de Sua Majestade com a rainha Elisabeth, foi pródigo em soluções de cariz,…, bem, em comunicação não verbal. Segundo rezam as más-línguas, os assuntos complicados do reino eram regularmente resolvidos em audiências íntimas.
E os nossos amigos Romanos? Se alguma dúvida ainda existe nos espíritos dos mais conservadores, talvez seja interessante recordar as orgias e demais festins que esses senhores popularizaram por toda a Europa. Ou ainda, mais recentemente, o exemplo que veio do lá de lá do Atlântico e do seu Ex-Presidente.
Mas para que é que serve esta conversa toda?
Para uma coisa apenas. Para perceber que não vivemos em democracia e sim em sexocracia. (Independentemente do regime que se impôs, na prática, esta foi a sua verdadeira ideologia) Há que assumir as coisas como elas são. Andamos a fingir há demasiados anos que o sexo não existe. Só para fins reprodutores é que é socialmente aceitável.
Mas o que é que constatamos?
Que o Sexo é o verdadeiro poder! Tudo o resto são manobras de diversão para esconder esta realidade.
Ou seja, todo o grande objectivo de qualquer político, economista, empresário, etc, que se preze… É o SEXO!
Por que é que cheguei a esta conclusão absurda? Pelas inúmeras estórias que ao longo da História vão acontecendo. Ou seja, todo o desenvolvimento, todo o poder, todo o conhecimento, visa apenas “F….r” melhor.
Já que é assim, porque é que insistimos em chamar democracia? Ao menos as “Ditas Duras” eram mais transparentes. O nome dizia tudo. Era o assumir pleno do falo enquanto mandam-te da nação.
Assim, proponho, num espírito de transparência e de clareza, que renomeemos a Democracia. Sexocracia é só uma ideia. Consoante os gostos poderão surgir outras nuances que também se poderão considerar, como….. Falocracia, Cunilingocracia, Coitocracia, Felaciocracia, meretrizocracia, entre outros.
Penso que seria mais adequado.
Os parlamentos poderiam passar a designar-se como Órgiamentos, instituía-se os foditoriuns e os masturbatoriums, os governos passavam a ser verdadeiros depósitos de chulocratas e folíticos.
Sinceramente, era mais honesto, ao menos quando fosse votar (se calhar neste caso, a questão do acto de votar teria de ser repensada – deixo ao critério dos leitores esta questão. Se quiserem enviem sugestões), já sabia que ia ser F…..do.
Se pensar bem, com este pequeno desenvolvimento, talvez se encontre o 5º Ismo. Deixa cá ver… Talvez…. Chupismo? Ou Sexismo? Ou Sessentaenovismo? Ou Abertismo?
Isto foi tão profundo que já chega.
RdS
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publicado por GERAL às 10:34
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1 comentário:
De Anónimo a 28 de Novembro de 2007 às 21:18
Sexocracia??
Parece-me muito bem.. afinal, se tudo gira em torno do sexo, para bem da nação, vamos reclamá-la!
Beijos
P.

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